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Com anos de pesquisa, o projeto utiliza um método não-invasivo para recuperar os movimentos musculares nas pernas dos pacientes

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis divulgou, na sexta-feira (10), os resultados de uma pesquisa liderada por ele que levou dois paraplégicos a caminharem de novo. O artigo, publicado na Scientific Reports, explica que os feitos do estudo são fruto de várias abordagens combinadas.

Entre elas, destacam-se o desenvolvimento de um novo dispositivo de estimulação muscular e de uma interface cérebro-máquina, um método considerado não-invasivo. A pesquisa é parte do Walk Again Project (em português, Projeto Andar de Novo), um consórcio internacional sem fins lucrativos que reúne pesquisadores com o objetivo de recuperar pacientes com lesões medulares.No estudo, os cientistas relatam que dois pacientes com paraplegia crônica “foram capazes de caminhar com segurança apoiados em 70% do peso do próprio corpo, acumulando ao todo 4.580 passos”. Um dos participantes tem 40 anos e o outro, 32 — eles e sofreram as lesões há, respectivamente, quatro anos e meio e dez anos.

Para caminhar, o paciente deve imaginar a perna (esquerda ou direita) se movendo. Isso aciona a contração de oito músculos no respectivo membro. No vídeo a seguir, publicado pelo Walk Again, é possível observar a evolução dos pacientes com a interface cérebro-máquina. As caminhadas se deram ao longo de diversas sessões, com grandes intervalos de tempo entre uma e outra.

Nicolelis compartilhou o vídeo no Twitter e exaltou a importância da pesquisa para a ciência nacional. Ele aproveitou a oportunidade para alfinetar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ao escrever: “Aqui novamente as imagens de um feito histórico da balbúrdia da ciência brasileira!”. A mensagem é uma crítica às polêmicas declarações de Weintraub sobre as universidades do país, quando houve o anúncio de corte de verbas para as instituições federais de ensino superior.

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